Biografia de Freud: Hipnose
(…) alguns pacientes não era hipnotizáveis, e a fala sem censuras pareceu a Freud um meio de investigação muito superior. – Peter Gay em Freud: uma vida para o nosso tempo.
(…) alguns pacientes não era hipnotizáveis, e a fala sem censuras pareceu a Freud um meio de investigação muito superior. – Peter Gay em Freud: uma vida para o nosso tempo.
Embora os Estudos sobre a Histeria tenham sido publicados apenas em 1895 o primeiro caso discutido no livro, o histórico encontro de Breuer e Anna O. remonta a 1880. Ele […]
A conversa dos dois colegas se tornou cada vez mais pessoal, conforme discutiam “novamente” sobre Bertha Pappenheim (…). Era a paciente a quem Breuer imortalizaria sob o pseudônimo Anna O. […]
“Ele é um dos maiores médicos, um gênio e um homem sério, abala profundamente minhas ideias e intenções”. “Se a semente algum dia vai dar frutos, não sei; o que […]
Por isso deixei de lado o estudo de Nietzsche, embora – ou melhor, porque – estivesse claro que eu encontraria nele percepções muito semelhantes às psicanalíticas. – Peter Gay em […]
“Ela pesa três quilos e quatrocentos gramas”, “o que é muito respeitável, é tremendamente feia, desde o primeiro momento tem chupado a mão direita, quanto ao mais parece muito bem-humorada […]
Julgava Freud, educar os filhos constitui uma ocupação de tempo integral que praticamente impede um emprego da mulher fora de casa. – Peter Gay em Freud: uma vida para o […]
(…) seis semanas depois de noivar com Martha Bernays, ele entrou para o Hospital Geral de Viena. Ficou lá por três anos, experimentando uma série de especialidades médicas ao mudar […]
(…) “fui o primeiro na classe durante sete anos, mantive uma posição privilegiada, quase nunca passei por exames”. “No entanto, as doutrinas de Darwin, então recorrentes, atraíram-me fortemente porque prometiam […]
Quarenta anos mais tarde, Freud analisaria o ciúme leve como um “estado afetivo”, semelhante à tristeza, que se pode muito bem considerar “normal”; sua ausência marcada, pensava ele, é necessariamente […]
Martha Bernays tinha prestígio social, mas não dinheiro. Durante o noivado a virgindade dela se manteve intacta. Numa carta, Freud justificou seu vício pelos charutos, atribuindo-o à ausência dela: “Fumar […]
Os nomes que seu pai registrou para ele na Bíblia da família, “Sigismund Schlomo”, não sobreviveram à adolescência de Freud. Ele nunca usou “Schlomo”, nome do avô paterno, e, depois […]
Freud tinha carinho pela família e não teria passado sem ela. Mas a família não diminuía seu sentimento desalentador de isolamento. – Peter Gay em Freud: uma vida para o […]
Freud abrigou durante anos a crença obcecante de que estava destinado a morrer aos 51 anos. – Peter Gay em Freud: uma vida para o nosso tempo.
Freud lhe dissera sinceramente que ela não era de fato bonita, no sentido literal, mas que sua aparência a distinguia como uma pessoa generosa e sensata. Depois de casada, pouco […]
A falta de dinheiro era penosa; ele confessou que houve momento em que não podia tomar um coche de aluguel para atender chamados a domicílio. – Peter Gay em Freud: […]
O maior desejo do ser humano é o desejo de ser cuidado. – Lacan foi psicanalista francês.
Quando uma criança pequena perde um pai ou uma mãe ela não tem condições de fazer o luto. Ela não sabe fazer o luto. Essa perda irá colar no psiquismo […]
Você vê o outro, vê a aparência, vê uma imagem feita e automaticamente pensa que sabe tudo sobre ele.