A ascensão do medíocre – Balzac
Por isso, quanto mais medíocre é alguém, mais depressa sobe; pode engolir sapos, resignar-se a tudo, bajular as paixõezinhas baixas (…) – Balzac em Ilusões perdidas.
Por isso, quanto mais medíocre é alguém, mais depressa sobe; pode engolir sapos, resignar-se a tudo, bajular as paixõezinhas baixas (…) – Balzac em Ilusões perdidas.
(…) há certas pessoas que mudam de aparência ou se desvalorizam quando separados dos rostos, das coisas e dos lugares que servem como moldura. – Balzac em Ilusões perdidas.
A questão do traje, aliás, é importantíssima para todos os que querem dar a impressão de que têm o que não têm, pois muitas vezes esse é o melhor meio […]
Não se pode ser grande sem pagar um preço. – Balzac em Ilusões perdidas.
Os índios das Américas somavam entre 70 e 90 milhões de pessoas, quando os conquistadores estrangeiros apareceram no horizonte; um século e meio depois tinham-se reduzido, no total, a apenas […]
Para os que concebem a História como uma disputa, o atraso e a miséria da América Latina são o resultado de seu fracasso. Perdemos; outros ganharam. Mas acontece que aqueles […]
Há dois lados na divisão internacional do trabalho: um em que alguns países especializam-se em ganhar, e outro em que se especializaram em perder. Nossa comarca do mundo, que hoje […]
(…) Como todas as cidades grandes, era feita de irregularidade, mudança, avanço, passo desigual, choque de coisas e acontecimentos, e, no meio disso tudo, pontos de silêncio, sem fundo; era […]
Viver entre uma multidão de valores, normas e estilos de vida em competição, sem uma garantia firme e confiável de estarmos certos é perigoso e cobra um alto preço psicológico. […]
Citando Le délabrement de l´Occidente, de Cornnelius Castoriadis, uma sociedade autônoma, uma sociedade verdadeiramente democrática, é uma sociedade que questiona tudo o que é pré-determinado e assim libera a criação […]
Descrições de líquidos são fotos instantâneas, que precisam ser datadas. – Zygmunt Bauman em Modernidade Líquida.
“Indivíduos frágeis”, destinados a conduzir suas vidas numa “realidade porosa”, sentem-se como que patinando sobre gelo fino; e “ao patinar sobre gelo fino”, observou Ralph Waldo Emerson em seu ensaio […]
Cada poeta ou romancista “poético” (explorador rigoroso) não é uma espécie de exilado, que olha de fora para dentro, com os olhos da mente uma imagem brilhante e desejável do […]
Durante um café da manhã juntos, Masetti indagou de Che por que estava lutando numa terra que não era sua (…) Disse ele: “Em primeiro lugar, considero que minha pátria […]
Não, não é assim que se chega a conhecer um país ou a encontrar a interpretação da vida. Isso é uma fachada luxuosa, enquanto que sua (verdadeira) alma se estampa […]
Escreveu Che Guevara aos 22 anos após visitar uma região coberta de florestas e de grande beleza ao norte de Tucumán. “Dou-me conta de que algo que estava crescendo dentro […]
(…) embora admita que o conceito do dever não mais me atinja, conheço contudo o conceito da culpa; talvez sejam a mesma coisa. Desde o instante em que nasci, já […]
(…) pobre daquele que não pode se dar a um prazer sem pedir antes a permissão dos outros. – Hermann Hesse em O lobo da estepe.